Levada por Begonha Caamanho e o meu gosto polas mitologias e as suas apropriações feministas, cheguei a este Medea de Chantal Maillard, que recolhe a que para mim é uma das personagens mais difíceis de revisar.
No poemário, a faladora, a embaucadora, a poeta, pretende ceder a voz, sem julgamentos, à Medeia e esta aproveita a oportunidade para nos falar ás leituras sobre culpas, responsabilidades, moralidades, bem e mal.
Brutal!
